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Autor Tópico: Redes Sociais  (Lida 13656 vezes)
matias sarmento
Visitante
« Responder #22 em: 30 Setembro 2009, 10:59:03 »

Se os vossos filhos têm namorados ou namoradas ciumentos que se ponham a pau. Os psicólogos e sociólogos estão a começar a entender como as redes sociais afectam as relações pessoais , acusando o Facebook de ser um "veneno" para as relações entre namorados e casais, criando ciúme e aumentando  tensões
Segundo um estudo do Departamento de Psicologia da Universidade de Guelph, no Canadá, o Facebook pode provocar situações graves de ciúmes com o seu fluxo contínuo de informação sobre o que cada participante faz, de quem é amigo e em que fotos aparece.
"O Facebook permite o acesso a informação a que de outra forma não acederíamos e essa informação carece muitas vezes de contexto", escreveu uma das autoras do estudo, que envolveu 308 estudantes universitários entre os 17 e 24 anos, para chegar à conclusão que o Facebook pode conduzir a uma "espiral de desconfiança".
céu
Visitante
« Responder #21 em: 25 Setembro 2009, 10:53:12 »

"Mostra-me os teus amigos e dir-te-ei se és gay"?
Essa é demais.Pesquisar a orientação sexual na internet ou seja lá onde for só mentes doentias e retrógradas e o pior é ainda o modo como isso pode vir a ser usado para humilhar e marginalizar pessoas.
tina
Visitante
« Responder #20 em: 24 Setembro 2009, 10:21:08 »

E esta do Expresso on line é tenebrosa: http://clix.expresso.pt/facebook-mostra-me-os-teus-amigos-e-dir-te-ei-se-es-gay=f536935.
Já vale tudo.
simon
Visitante
« Responder #19 em: 07 Agosto 2009, 00:37:18 »

Isto das redes sociais é uma moda que vai começar a morrer. Muitas pessoas já estão fartas e a desistir. Até  Bill Gates já anunciou publicamente que desistiu do Facebook porque lhe dava "demasiado trabalho" e que perante  um número tão avassalador de contactos tinha dificuldade em perceber quem é que realmente conhecia.
O fundador da Microsoft explicou a desistência alegando que "todas as ferramentas tecnológicas podem fazer perder o nosso tempo , se não tivermos cuidado"
Se ele o diz
finot
Visitante
« Responder #18 em: 29 Julho 2009, 14:39:25 »


Mas, se facilitarem as desgraças, acreditando em todos os amigos virtuais que lhes aparecem pela frente, têm muito mais hipóteses de arranjar sarilhos e histórias para os jornais.
Hoje vem mais uma. A de um "amigo virtual" que desfalcou uma data de pessoas.



"A Polícia Judiciária (PJ) deteve, esta quarta-feira, na zona de Lisboa, um homem de 30 anos, suspeito de vários crimes de burla informática.

O detido usava um esquema de abordagem através das redes sociais da Internet para “ganhar a confiança” das pessoas contactadas a quem “lhes furtava os dados dos cartões de crédito”, explicou a coordenadora da Secção Central de Investigação da Moeda Falsa, Patrícia Silveira.
 
O alegado burlão informático, que já se dedicava a este tipo de burla há algum tempo, conseguiu, através deste esquema, efectuar movimentos bancários acima de 6.000 euros, em compras de bens na Internet."
que seca
Visitante
« Responder #17 em: 18 Julho 2009, 15:43:20 »

O problema é que eles querem manter-se em contacto com os amigos e conversar com eles (o que não acredito que alguém ache pouco salutar, principalmente quando estão de férias e não se podem ver) e para o fazerem pelo telefone ou telemóvel é muito caro.
Deixem os míudos em paz que as desgraças, se eles forem tolinhos e não forem avisados, acontecem em qualquer situação.
celina
Visitante
« Responder #16 em: 16 Julho 2009, 17:30:35 »



Texto muito bom o publicado pela jornalista Raquel Moleiro no Expresso de 4 de Junho de 2009, com o título "30 mil crianças portuguesas assediadas por dia na Internet" e  o sub-título "Polícia Judiciária diz que pais e menores raramente apresentam queixa".
Penso que tem a ver com esta secção e gostava que publicassem algumas das partes que seleccionei.

 
   
"Matilde - chamemos-lhe assim - tem 14 anos. Há duas semanas encontraram-na no areal da praia de Leça da Palmeira, abandonada, muitíssimo assustada, o corpo marcado com violência. Um homem descarregou-a ali, depois de a violar. E ela pensava que aquele seria um dia feliz, a tarde em que conheceria o miúdo por quem se apaixonara na Net, com quem falava horas perdidas no Messenger, a quem mandava emails em catadupa. Ele dizia que era um rapaz ainda novo. Mais velho que ela é certo, já com carta de condução mas ainda assim um puto, e ela acreditou. Ele dizia que iam só ao café olhar um para o outro e ela acreditou, orgulhosa por ele vir do Sul até Matosinhos para conhecê-la.
"Marcaram o encontro para 19 de Junho, uma sexta-feira, no Porto, perto do bairro social onde Matilde mora com os pais. Do que se passou a seguir sabe-se pouco. À menina, aluna do secundário, custa falar das voltas de carro com aquele homem adulto, dos abusos sexuais em vários locais isolados, das agressões que inviabilizaram a fuga. Com o cair da noite chegou a preocupação dos pais, a filha que tardava, o telemóvel sempre mudo. Quando já nada justificava a demora, foram à esquadra reportar o desaparecimento.
"Matilde foi encontrada no areal de Leça. A história monossilábica que relatou foi, mais tarde, confirmada pelo Instituto de Medicina Legal do Porto - ficou provada a violação - e pelos muitos emails trocados, que os pais encontraram no computador da filha e que entregaram à brigada que investiga abusos sexuais na Invicta. Até ontem (3 de Julho), o predador ainda não tinha sido detido.
"A história de Matilde não é única - é só a mais recente. Este ano, a Polícia Judiciária (PJ) já contabiliza meia dúzia de casos semelhantes, casos de rapazes e raparigas menores, que se enamoraram na Internet por abusadores sexuais, que aí marcaram encontros e que acabaram violentados no mundo real. Em 2008 foram oito os casos que resultaram em violação, mais cinco de exposição íntima perante uma webcam. "Mas os números pecam por defeito. Há cifras negras e a tendência é para aumentar. A maioria dos casos não chega à polícia", explica o inspector-chefe Camilo de Oliveira, responsável pela investigação de crimes sexuais na directoria do Centro da PJ. "E não é só por vergonha que os miúdos se calam. Têm medo que os pais lhes cortem a Internet e lhes tirem o telemóvel".
"Se se falar 'apenas' de assédio sexual de menores online - sem abuso físico, mas com referências explícitas a sexo, troca de fotos e vídeos com nudez, simulações de actos sexuais e exibições através de webcam - as cifras nacionais estimadas pela PJ sobem para 30 mil vítimas por dia, entre os 10 e os 15 anos. São 5% das crianças portuguesas nessa faixa etária. Percebe-se melhor o perigo quando o Instituto Nacional de Estatística atesta que 96,6% dos menores entre os 10 e os 15 anos utilizam o computador, 83% têm PC em casa e 92,7% acedem à Internet. "Acrescente-se os dados da rede social Hi5, a mais usada em Portugal: 50% dos utilizadores têm entre 8 e 13 anos. Ou o facto de proliferarem na Net páginas que explicam como desbloquear o programa de controlo parental do computador "Magalhães".
Parques infantis virtuais
"Para os predadores as redes sociais da Internet são os parques infantis deste século, onde crianças brincam sem supervisão dos pais. E podem escolher as vítimas que preferem. Se querem loiras, de olhos azuis são essas que contactam. São verdadeiros catálogos", acrescenta o inspector. Nos EUA, o FBI cruzou a base de dados de abusadores condenados com a lista de utilizadores do MySpace e encontrou 90 mil correspondências. "Potencialmente, todos os predadores portugueses estarão nas redes sociais. Quem tem acesso à Net anda lá, garanto-lhe, e tem de ser muito inábil para não conseguir 'apanhar' nenhum menor", diz Camilo de Oliveira.
Na maioria dos casos, não há abuso físico. Os predadores satisfazem-se à distância. Através da Internet, 'entram' nos quartos onde a maioria das crianças usa o computador, à porta fechada. O aliciamento é fácil e rápido. Do paleio simples passa-se às perguntas sobre sexo. Liga-se a webcam. Mais umas conversas e a criança manda fotos íntimas. Do outro lado pode vir depois a chantagem. "Despe-te para a webcam, senão mando as fotos aos teus colegas. Simula, senão ponho os vídeos no Youtube". Bastam uns dias para um adolescente ficar refém das fantasias de um predador ou ver a sua intimidade à escala da World Wide Web - em 2008, a PJ investigou 160 casos de pornografia de menores, 26,3% relativos às novas tecnologias.
A universalidade da Internet obriga à cooperação internacional. Os operadores das redes e chats, estão maioritariamente nos EUA. Os pedidos ao Hi5 são recorrentes. "E nem sempre é fácil ou rápido aceder aos registos", explica o inspector-chefe Jorge Duque, que investiga crimes de alta tecnologia na PJ. A partir de 5 de Agosto as operadoras são obrigadas a reter os dados de tráfego durante um ano. "Ajuda, claro. Mas a nossa maior ajuda são os miúdos. Devem pedir contactos, emails, pormenores, guardar imagens que recebem e apontar o endereço do servidor (IP) com data e hora. Só assim localizamos o agressor".

Guia para os pais
   Adolescentes
   Mantenha os computadores com ligação à Internet numa área aberta, e não no quarto dos seus filhos. Saiba quais são as salas de chat ou fóruns de mensagens que os seus filhos visitam ou com quem falam. Fale com os seus filhos sobre jogos de azar online e os seus riscos potenciais.
   Dos 9 aos 12 anos
   Fale com os seus filhos sobre redes sociais. A idade recomendada para aderir a estes sites é igual ou superior a 13 anos. Não os deixe utilizá-los antes da idade recomendada
   Deixe bem claro que nunca devem aceitar encontrar-se pessoalmente com alguém que conheceram online.
   Ensine os seus filhos a não transferirem programas sem a sua autorização - sem o saberem podem transferir spyware ou um vírus informático.
   Dos 7 aos 8 anos
   Encoraje os seus filhos a visitar apenas sites aprovados por si.
   Crie uma conta de correio electrónico familiar partilhada no seu fornecedor de serviços de Internet, em vez de permitir que os seus filhos tenham as suas próprias contas.
   Ensine-os a falarem sempre consigo antes de revelarem informações através de correio electrónico, salas de chat ou fóruns de mensagens.
   Nesta idade, não os deixe utilizar serviços de mensagens instantâneas.
   Dos 5 aos 6 anos
   Mantenha os computadores com ligação à Internet numa área aberta, onde possa facilmente supervisionar as actividades dos seus filhos.
   Ajude a proteger os seus filhos contra janelas pop-up ofensivas.
   Encoraje os seus filhos a dizer-lhe se alguma coisa ou alguém online os fizer sentir pouco à vontade ou ameaçados. Mantenha-se calmo.
   Dos 2 aos 4 anos
   Acompanhe sempre os seus filhos nas visitas à Internet. Nestas idades, os adultos têm de desempenhar um papel importante no que respeita ao ensino de uma utilização segura da Internet.
   Adicione sites aceitáveis à sua lista de Favoritos para criar um ambiente online personalizado.
   Ensine aos seus filhos a importância da privacidade. Se um site encorajar as crianças a fornecerem os seus nomes, ajude-os a criarem alcunhas para utilização online que não revelem informações pessoais.


Abuso por telemóvel
"Olá. Queres conhecer-me?" A frase chega por SMS a vários telemóveis, alguns marcados ao calhas, outros retirados de páginas do Hi5, Facebook ou outra rede social. É como um isco a ver quem agarra. Em 2008, duas adolescentes deixaram que a curiosidade levasse a melhor. Uma, de 14 anos, achou que deveria ser aquele rapaz giro da escola, a quem ela achava especial graça, mas a quem nunca se apresentara. Respondeu. Uma, duas, dez, cem vezes.
Marcaram encontro num shopping semanas depois. À sua espera estava um homem de 40 anos, que a levou para o carro. Quando ele quis mais, ela conseguiu fugir. Outra miúda, de 12 anos, foi aliciada com o mesmo SMS. Encontrou-se com o seu interlocutor num espaço público, para prevenir, mas isso não impediu que fosse arrastada até uma praia pouco frequentada e violada.
"Mesmo nos casos em que o abusador contacta os jovens através das redes sociais da Internet, geralmente é só o início. Depressa passam para suportes mais privados, como o Messenger, emails e SMS", explica o inspector da PJ, Camilo Oliveira. O telemóvel é, aliás, cada vez mais uma porta de entrada para os predadores. "Os pais dão aos filhos aparelhos com câmara fotográfica e de vídeo, Internet, MSN... É todo um arsenal perigoso nas mãos de uma criança", acrescenta o inspector Jorge Duque, também da PJ."
virgílio
Visitante
« Responder #15 em: 03 Junho 2009, 10:14:44 »

...não é por acaso que se chama "rede"  à internet. É, realmente, a maior rede do mundo, para o melhor e para o pior.
celeste soares
Visitante
« Responder #14 em: 03 Junho 2009, 10:08:33 »

Esse estudo, contado só assim, é muito perigoso. As fotografias, os textos ou seja lá o que for, depois de entrarem na rede, o mais certo, é ficarem lá para sempre.
Mesmo que ao fim de trinta dias o facebook as apague da página de quem as inseriu, se elas tiverem sido copiadas para outros sites, já não há qualquer hipótese de lhes apanhar o rasto.
Então com as fotografias postas nas redes sociais é um frenesim.
O melhor é pensarem duas, ou mesmo três vezes, antes de as publicarem.
abaixo as fotografias!
Visitante
« Responder #13 em: 24 Maio 2009, 17:04:31 »

Uma equipa  de investigadores da da Universidade de Cambridge afirma que as fotografias publicadas em algumas redes sociais (Facebook, o MySpace e o Hi5 ) continuam a poder ser vistas até 30 dias depois dos utilizadores as apagarem. A equipa afirma que as conseguiu encontrar, usando os endereços directos para as fotos.
 Já os sites de partilha de fotos como o Flicker, Picasa e Live Spaces (Microsoft) tiveram um melhor desempenho e, no Orkut,  as imagens são removidas, assim que solicitado pelos utilizadores
«Isto revela como é que os sites de redes sociais não são proactivos na defesa da privacidade dos utilizadores. Fazem o que é mais simples, em vez de fazerem o que é correcto», afirmou Joseph Bonneau, um dos investigadores.
O Facebook reagiu às conclusões desta pesquisa, afirmando que a informação é falsa, alegando que a empresa remove as fotografias dos servidores assim que tal é solicitado.  O estudo contradiz que "no entanto, URLs para as fotografias podem continuar a existir na CDN, (a sigla em inglês),  mesmo depois de apagadas do Facebook”.
Eu, esta última parte, sinceramente, não percebi. Mas , o que percebi, a mim chega-me e achei que devia publicitar aqui, se acharem conveniente.
maria
Visitante
« Responder #12 em: 10 Maio 2009, 11:47:30 »

Boa!!!!!  Quando for grande quero ser assim.
AVÓ GINA
Visitante
« Responder #11 em: 08 Maio 2009, 14:40:36 »

Ora aqui está uma defesa consistente das redes sociais. Desta vez mais direccionada para os avós. Mas se somos nós que estamos com as crianças a maior parte do tempo, convem-nos ter a saúde física e mental aos  melhores níveis.
A receita vem num artigo do New York Times transcrito ontem num jornal diário português: ESTÁ DEMONSTRADO QUE AS REDES SOCIAIS BENEFICIAM O ESTADO GERAL DE SAÚDE DOS IDOSOS.
Reza assim:
“Os investigadores começam agora a prestar atenção à importância da amizade e das redes sociais para o estado geral da saúde. Um estudo australiano, realizado há já dez anos, verificou que as pessoas idosas com um grande círculo de amigos tinham 22% menos probabilidades de morrer durante o período em estudo que as que tinham menos amigos. O ano passado, alguns investigadores de Harvard afirmaram que as relações sociais fortes promovem a saúde do cérebro quando se envelhece.
“Em geral, o papel da amizade nas nossas vidas não é devidamente apreciado”, afirm Rebecca G. Adams, professora se Sociologia da Universidade da Carolina do Norte” no mesmo artigo.
Por experiência própria sei do que se trata e  ainda para mais, é tão bom saber responder aos nossos netos quando eles têm dúvidas a trabalhar na internet.
Para já não falar do orgulho que eles têm em jogar connosco online com os amigos a ver. Não podemos é ganhar sempre (lol).
Parabéns ao forum.
libéria
Visitante
« Responder #10 em: 17 Março 2009, 12:36:08 »

Muito trabalho e preocupação dão sempre e quando são do género aventureiros e transgressores, ainda mais. Mas, tal como a Violeta, não acredito que seja com proibições e marcação cerrada que se consegue evitar problemas. Na minha humilde opinião (que nestes assuntos só me resta a humildade) também acho que só com muita paciência e diálogo é que TALVEZ se consiga alguma coisa.
Amigos virtuais ou amigos reais, às vezes ainda mais virtuais que os dos chats, existem sempre. E quando em casa eles não os conseguem contactar, conseguem na rua, na escola, nos computadores dos amigos e então é que não há controlo nenhum.
sílvia
Visitante
« Responder #9 em: 17 Março 2009, 10:30:32 »

Uma "inconsciência" é não andarmos em cima deles. Mais vale sermos nós a furarmos-lhe a privacidade do que o resto do mundo.
Essas teorias, à partida, são muito cómodas mas podem vir a dar muito mais trabalho quando a coisa dá para o torto.
Os meus cumprimentos a todos.
violeta
Visitante
« Responder #8 em: 12 Março 2009, 19:49:49 »

Obrigada pelos vossos conselhos. Não imaginam como tenho andado angustiada com a quantidade de notícias publicadas nas últimas semanas sobre os casos de assédio sexual na net.
Então a primeira página do Correio da Manhã, que dizia que, segundo cálculos da PJ, 30 mil crianças, entre os 10 e os 15 anos, tinham passado por essa situação, relatando histórias de pôr os cabelos em pé, deixou-me doente.
Para mim, que prezo a privacidade das minhas filhas,  igualmente inquietante foram as declarações de António Gonçalves, responsável pela investigação do crime económico da PJ de Coimbra que, no mesmo artigo, aconselhava  a deixarem os filhos pensar que os pais não percebem nada de internet “ assim não vão ter cuidados” deixando pistas sobre páginas que visitam e as conversas mantidas. Aos pais competia espiolhar no “histórico” os sítios por onde os miúdos andavam.
Acrescentou ainda o mesmo senhor que “não vale a pena tentar evitar que os menores se encontrem com pessoas que conheceram pela internet porque a curiosidade é muito grandes, considerando preferível sugerir cautelas como marcar encontros em locais públicos e sempre acompanhados.
Eu acho isto uma desonestidade e uma inconsciência e recuso-me a ir por este caminho.
Quero acreditar, talvez por comodismo, que se está a empolar a situação mas é óbvio que há comportamentos de prevenção que se têm de adoptar.
Vamos lá ver o que é que “à conversa” vou conseguir.
O pior, mesmo, vai ser convencê-las a tirar as fotografias e a não aceitar como amigos pessoas que mal conhecem .
Tarefa árdua esta de ser mãe no ciber-espaço........
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