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Autor Tópico: Atenção! A privacidade no Facebook vai piorar.  (Lida 8559 vezes)
aida
Visitante
« Responder #14 em: 07 Maio 2010, 11:41:50 »

A função chat do Facebook esteve suspensa, na quarta-feira, devido a uma falha técnica que permitia a utilizadores ver as conversas privadas de outros membros da rede social.
O mais provável é que a situação se venha a repetir e, no seguimento do pensamento da Vanessa, o mais provável é infelizmente muitos dos utilizadores não se ralarem nada com isso.
vanessa
Visitante
« Responder #13 em: 07 Maio 2010, 10:00:06 »

Regresso ao forum com informação que confirma, infelizmente, as minhas preocupações:
O Facebook está a ser criticada por um grupo de consumidores, que afirmam que as suas informações não estão a ser suficientemente protegidas, após uma falha de segurança ter exposto mensagens privadas entre amigos.

Recentes mudanças no Facebook “violam as expectativas dos utilizadores, diminuem a sua privacidade e contradizem as próprias representações do Facebook”, disse Marc Rotenberg, que dirige o Privacy Information Center, à Bloomberg.


Um dos 15 grupos do Facebook fez ontem uma queixa à Comissão Federal de Comércio (FTC).

Os signatários encorajaram a FTC a investigar as práticas de privacidade do Facebook, para que esta tome medidas de protecção contra as violações de segurança.
Mas, pelos vistos, a maior parte das pessoas não se rala nada com a de fesa da privacidade. Antes pelo contrário...
joão Aires
Visitante
« Responder #12 em: 13 Março 2010, 10:43:20 »

Deixo o endereço de um site brasileiro que me aconselharam para melhor perceber esta matéria: http://readwriteweb.com.br/2009/12/03/saiba-tudo-sobre-as-novas-mudancas-na-privacidade-do-facebook/ .
t.r.v.
Visitante
« Responder #11 em: 18 Janeiro 2010, 12:03:16 »



nem tanto ao mar, nem tanto à terra
Maria Teresa
Visitante
« Responder #10 em: 18 Janeiro 2010, 11:06:59 »

Parece-me que se está a instalar um certo clima de histerismo com esta questão dos perigos da falta de privacidade.
Na minha família o processo parece ser inverso. Foram as minhas filhas que me falaram deste Projecto Dadus e do Forum para os pais. A preocupação delas é comigo. Querem que eu e o meu marido desistamos do Facebook certamente influenciadas e assustadas por sites como este.
A conversa  acabou com frase batidas do estilo "cada um sabe de si", "quem anda à chuva molha-se e o melhor é levar chapéu para se abrigar" e a mais usada cá em casa "quanto mais liberdade mais responsabilidade".
Muito gostam as pessoas de criar medos. O melhor é nem saírem à rua, não vá alguém saber onde moram e até a matrícula do carro.
Por favor respirem e deixem os vossos filhos viver um tempo diferente dos diários fechados a cadeado em que se tinha medo que alguém soubesso o que pensávamos ou o que sentíamos.


vanessa
Visitante
« Responder #9 em: 18 Janeiro 2010, 10:26:24 »

A Federal Trade Commission dos EUA recebeu já várias queixas que acusam as novas regras de privacidade de violar leis federais.
Em causa está o facto de as novas regras recomendarem os membros da rede social a tornar a sua informação pública, que até aqui era visível apenas para os amigos. Agora, as fotografias e a lista de amigos pode ser visível para todos os utilizadores.
No processo as organizações pedem para que a Federal Trade Commission investige este tipo de práticas e obrigue o site a regressar às definições de privacidade anteriores.
Vamos lá ver como é que acaba esta telenovela em que somos todos possíveis actores.
É que mesmo os que, como eu, não temos facebook, acabamos por aparecer identificados em texto ou fotografias inseridos por amigos ou conhecidos nas suas páginas abertas ao mundo.
Barros de Sousa
Visitante
« Responder #8 em: 13 Janeiro 2010, 13:37:07 »


Acabo de ler que o fundador do Facebook, Mark Zuckerberg, afirmou públicamente este fim-de-semana que na era das redes sociais as pessoas já não esperam ter privacidade e que a privacidade já não é uma “norma social”.

“As pessoas sentem-se mais à vontade para partilharem mais informação e diferentes tipos de informação, de forma mais aberta e com mais pessoas”, disse. “A norma social é simplesmente uma coisa que tem vindo a evoluir”.
 

Zuckerberg disse ainda que a ascensão das redes sociais reflecte as mudanças de atitude entre as pessoas comuns, estimando que esta mudança radical aconteceu apenas há poucos anos.

“Quando comecei [o Facebook, em 2004] no quarto do meu dormitório, em Harvard, a pergunta que as pessoas faziam era - ‘porque é que eu haveria de querer pôr informações na Internet?’ Porque é que eu haveria de querer ter um site?’”.

“Mas depois, nos últimos cinco ou seis anos, os blogues tornaram-se importantíssimos e há uma série de serviços nos quais as pessoas partilham toda a espécie de informações”.

Tudo isto é preocupante e muito difícil de resolver. Esta mudança de mentalidades terá que ser travada por todos nós: pais, professores, sociólogos e pelos meios de comunicação social que parecem ter (felizmente) despertado para o problema, sendo cada vez maior o número de bons artigos publicados sobre a importância da protecção de dados e da privacidade que, como já li algures nestas páginas : uma vez perdida nunca mais é nossa.
etelvinas
Visitante
« Responder #7 em: 28 Dezembro 2009, 15:31:58 »

...se fosse só no facebook.
anónimo
Visitante
« Responder #6 em: 21 Dezembro 2009, 11:42:35 »

A propósito...

http://www.youtube.com/watch?v=4RYBKLlLdNo&feature=fvw
vanessa
Visitante
« Responder #5 em: 21 Dezembro 2009, 11:25:12 »

As novas regras recomendam aos membros que tornem a sua informação pública e não privada (visível apenas para os amigos) como actualmente acontece.
Isto para a maior parte dos jovens é uma alegria fazendo-os sentir no centro do mundo através de uma "popularidade" que lhes vai aumentar o ego de uma maneira muito pouco saudável e possívelmente perigosa.
lucilima
Visitante
« Responder #4 em: 21 Dezembro 2009, 11:16:01 »

No site brasileiro da globo se lê que "a nova configuração de privacidade do Facebook prevê três opções de compartilhamento para os dados de cada usuário: "Amigos", "Amigos dos amigos" e "Todos". O problema é que a opção "Todos" vem marcada por padrão em quase todos os campos, como "informações pessoais" e "fotos". Apenas informações de contato, como emails e telefone, são reservadas por padrão para amigos.
Barros de Sousa
Visitante
« Responder #3 em: 17 Dezembro 2009, 00:34:20 »

Pela primeira vez foram oficialmente revelados os números de utilizadores activos nesta rede social. Em entrevista à RTP, Javier Olivan, responsável pela internacionalização do produto, disse que existem um milhão e 200 mil pessoas ligadas ao Facebook em Portugal.
“Portugal é um país interessante”, disse Javier Olivan. Lançámos a versão em Português em Setembro de 2008 e quando começámos havia 100 mil utilizadores. Hoje temos mais de um milhão de utilizadores activos e está a crescer muito rapidamente”. Concretamente, um milhão e duzentas mil pessoas em Portugal estão activamente a actualizar as suas páginas no Facebook. 

A empresa revelou à RTP que o número duplicou desde Setembro. E a taxa de crescimento mantêm-se elevada. 

A empresa com sede em Palo Alto, California, nos EUA, prevê que o número de utilizadores deve voltar a duplicar por cá nos próximos quatro meses. Ou seja, em Abril serão já dois milhões de portugueses no Facebook. 

“E estou a falar apenas de utilizadores activos”, disse Olivan. “Pessoas que utilizam o Facebook com regularidade, pelo menos uma vez por mês. E mais de metade do utilizadores em Portugal utilizam o Facebook todos os dias”. Em média, acrescentou este responsável, os portugueses passam 70 minutos por dia nesta rede social. 

Mais de 350 milhões de utilizadores em todo o mundo

Javier Olivan disse à RTP que há mais de 350 milhões de utilizadores activos no Facebook em todo o mundo. “É basicamente utilizado em todos os países. Se fosse um país seria muito grande”. 

O responsável pela internacionalização disse à RTP que a ferramenta de comunicação tem “utilizadores de todas as idades” e que “as pessoas utilizam a identidade real. O nome real, os amigos verdadeiros”. 

Apesar da constante evolução do produto – “o que vão ver é o aparecimento de mais funcionalidades” – Olivan afirmou que em última instância o Facebook será sempre “uma plataforma de comunicação” onde “consumimos as notícias sobre o que os nossos amigos estão a fazer”. “Todas as pessoas têm necessidade de estar ligadas com quem se preocupam. O Facebook é uma plataforma de comunicação que ajuda a manter contacto próximo com um número maior de pessoas do que com os métodos tradicionais, como o telefone ou até o e-mail”, disse.
facebooker
Visitante
« Responder #2 em: 11 Dezembro 2009, 21:07:50 »

Isto está a aquecer. As mudanças que o Facebook introduziu com o objectivo de melhorar a privacidade dos utilizador estão a ser atacadas a diversos níveis, quer pela fraca usabilidade oferecida quer pelo facto de pouco fazerem pela protecção dos dados.

Algumas organizações de defesa dos direitos e liberdades já se pronunciaram sobre estas mudanças, alegando que mascaram uma forma de levar os membros da rede social a exporem ainda mais informação pessoal online. Esta é a visão defendida pela American Civil Liberties Union (ACLU), que reconhece porém que existe algum mérito em fazer com que 350 milhões de pessoas pensem nas questões de privacidade.



No blog da organização, Nicole Ozer, directora de politicas de tecnologia e liberdades de cidadania daquele grupo, defende que o Facebook tem ainda muito trabalho a fazer para garantir aos utilizadores maior controle sobre a sua privacidade.

A ACLU tinha vindo a pressionar o Facebook para melhorar os seus sistemas de privacidade, mas agora, face a estas mudanças, tem uma nova petição online onde pede aos responsáveis pela rede social para repensarem alguns dos novos sistemas introduzidos, assim como as aplicações fornecidas por terceiros.

anónimo
Visitante
« Responder #1 em: 10 Dezembro 2009, 22:28:17 »

Utilizadores e grupos de defesa de direitos digitais criticam a nova política da rede social Facebook que, dizem, põe em causa a privacidade de quem o utiliza.

 
As alterações foram introduzidas ontem, quarta-feira, através de uma janela que pedia aos utilizadores para actualizarem as opções de privacidade. Isto, segundo o Facebook, para que fosse possível controlar quem tem acesso à informação colocada no site.

No entanto, o Facebook recomenda determinados modelos de privacidade que podem induzir o utilizador em erro e fazer com que, através de um simples motor de busca, qualquer um que navegue a Internet tenha acesso à informação colocada numa página pessoal da rede social.

O norte-americano Centro de Informação de Privacidade Electrónica (Epic) acusa o Facebook de fazer sugestões de privacidade que podem gerar confusão entre os utilizadores, levando-os a partilhar informaçao inadvertidamente. Segundo Marc Rotenberg, director executivo do Epic, “o Facebook dirige-se para a posição do 'revelar tudo'”. Rotenberg continua, dizendo que “isto não é justo, do ponto de vista da privacidade”.

A Fundação das Fronteiras Electrónicas (FFE), dirigida para a vigilância dos direitos digitais, partilha do mesmo ponto de vista. A opinião de Kevin Bankston, membro da FFE, é a de que “estas novas políticas de privacidade empurram os utilizadores do Facebook para partilharem ainda mais informação”. Bankston acredita que isto irá “reduzir o controlo dos utilizadores sobre a sua própria informação pessoal”.

Barry Schnitt, um porta-voz do Facebook, defendeu-se das críticas dizendo que “qualquer sugestão que indique que estamos a tentar enganar as pessoas vai contra qualquer objectivo que tenhamos”.

Foram já vários os utilizadores da rede social a colocar comentários online menos favoráveis sobre a nova actualização. Muitos chegaram mesmo a reduzir a informação colocada para que pudessem ter a certeza de que nenhum engano tornaria visíveis informações pessoais.

FONTE: JORNAL DE NOTÍCIAS
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