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letícia maria, Faro
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« Responder #1 em: 11 Dezembro 2009, 10:41:47 » |
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Por mera curiosidade transcrevo parte de um estudo que descobri na net. “Um estudo realizado pela empresa de software Microsoft em onze países europeus, conclui que a maioria dos inquiridos em Portugal tenciona comprar os seus presentes de Natal no ciberespaço, apesar da preocupação em relação à segurança no processo de compra. O objectivo do trabalho foi perceber a importância da segurança e da privacidade entre as pessoas que fazem as compras de Natal pela Internet e foi realizado através de inquéritos on-line disponíveis num portal da Microsoft, o MSN. De acordo com os dados divulgados, dos 214 portugueses que responderam ao inquérito, 73 por cento dizem-se preocupados com a questão da segurança quando fazem compras no ciberespaço, mas, mesmo assim, mais de metade dos inquiridos (51 por cento) planeia fazer as suas compras de Natal na Internet. Prova de que a segurança é um elemento importante está nas 173 pessoas que revelaram ter feito uma actualização do seu browser (navegador na Internet) nos últimos seis meses. Os dados revelam que Portugal contraria a tendência europeia no que diz respeito ao número de pessoas que pretende fazer as compras de Natal on-line, já que a média entre os países envolvidos no inquérito fica apenas nos 42 por cento. No total, 4016 pessoas em Portugal, Reino Unido, Grécia, Suécia, Irlanda, Noruega, Dinamarca, Bélgica, Holanda, Itália e Suiça responderam a quatro perguntas essenciais. A primeira questionava se a pessoa tencionava fazer as compras de Natal on-line, a segunda se a pessoa fez uma actualização do browser nos últimos seis meses, a seguir se está preocupada com a segurança quando faz compras on-line e, por último, se a privacidade é uma preocupação quando compra na Internet. De entre os onze países, o Reino Unido é o país que lidera nas compras de Natal on-line, com 83 por cento dos seus 299 inquiridos a responderem afirmativamente. Já no que diz respeito à segurança, o país que lidera é a Itália, onde 85 por cento dos 683 inquiridos afirmam ter essa preocupação”.
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