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licínio teixeira
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« Responder #1 em: 17 Julho 2010, 00:33:59 » |
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Boa notícia esta divulgada pela agência de notícias “Reuters”: Após três meses de negociações, a rede social Facebook concordou em adoptar uma aplicação que tem por objectivo melhorar a segurança online para os seus utilizadores mais jovens. Este novo “botão de segurança” - conhecido igualmente por "botão de pânico" - permitirá aos jovens denunciar comportamentos suspeitos ou inapropriados, avança a Reuters.
Uma mensagem automática irá aparecer em breve nos perfis individuais de todos os adolescentes que usam a rede social, convidando-os a adicionar a aplicação.
Esta aplicação é uma vitória do britânico Child Exploitation and Online Protection Centre (CEOP), que há muito reclamava esta medida, a fim de se evitarem casos como o que aconteceu recentemente a Ashleigh Hall. Esta jovem, de 17 anos, foi raptada e, posteriormente, violada e morta por um homem que se fez passar por um adolescente no Facebook e com o qual Ashleigh tinha travado amizade.
Uma mensagem automática irá aparecer em breve nos perfis individuais de todos os adolescentes que usam a rede social, convidando-os a adicionar a aplicação. Uma vez adicionada, a aplicação passará a fornecer-lhes ajuda, conselhos e apoio para se manterem a salvo online.
O CEOP conseguiu igualmente acordos semelhantes com as redes sociais MySpace e Bebo.
Desconhece-se quando é que este botão estará disponível para os utilizadores portugueses da rede social.
Caso o botão seja accionado, o Facebook e o CEOP serão notificados.
“Um impedimento visível poderá proteger os jovens online”, indicou à Reuters Jim Gamble, director-executivo do CEOP, acrescentando que a aplicação deverá tranquilizar os pais cujos filhos adolescentes utilizam o Facebook.
“Juntos desenvolvemos uma nova maneira de ajudar os jovens a manterem-se a salvo online”, indicou por seu lado Joanna Shields, vice-presidente do Facebook para a Europa, Médio Oriente e África. “Apenas através dos esforços constantes e concertados da indústria, polícia, pais e dos próprios jovens é que poderemos todos ficar a salvo online”.
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